domingo, 9 de novembro de 2014

Orações Subordinadas Adjetivas

As orações subordinadas adjetivas têm a mesma função dos adjetivos.
Por exemplo:

            O professor gosta dos alunos estudiosos.
            O professor gosta de alunos que estudam. ( Oração Subordinada Adjetiva)

A oração que estudam é considerada adjetiva,porque cumpre a função do adjetivo estudiosos,que é visto como adjunto adnominal de alunos.

A introdução da oração subordinada adjetiva,geralmente ocorre por meio do uso dos pronomes relativos,que referem-se a um termo antecedente,que pode ser um substantivo ou um pronome.

           Há palavras cuja a origem é obscura.
      

Em alguns casos a oração subordinada adjetiva pode estar intercalada com a oração principal.

          Ele,que trabalhou,não ganhou nada.

Há orações adjetivas que são iniciadas pelo pronome indefinido quem e são sem antecedentes

        Encarecemos as qualidades de quem amamos.

Existem também aquelas que são introduzidas pelo advérbio relativo como ( = por que,pelo qual,pela qual).

       "Não reproduzo suas palavras da maneira como as enunciou."
                                                                                (Monteiro Lobato)

Tipos de orações subordinadas adjetivas

Explicativa: explicam como aposto o termo que antecede,dando a ele uma qualidade inerente ou informações,essas orações são isoladas por virgulas.
         
        Ele tem amor às plantas,que cultiva com carinho.

Restritivas: limitam a significação do termo antecedente,que são indispensáveis para o sentido da frase.

       Os animais que se alimentam de carne chamam-se carnívoros.

Quando uma oração adjetiva é reclamada pelo verbo que a forma,elas são precedidas de preposição ou locução prepositiva.
  
       Trouxe-lhe as frutas de que você gosta.

As orações adjetivas também podem estar coordenadas.

         "Cerca-o uma corte que o adula e explora."
                                              (Ramalho Ortigão)



Bibliografia:
CEGALLA,Domingos Paschoal. Nova minigramática da língua portuguesa. 1º.ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional 2005. pp 293-295.

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